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ELO de ação: Fundo emergencial para populações vulneráveis atingidas pelo COVID-19

 

No contexto estabelecido pelo corona vírus, a Escola Livre de Arquitetura acolhe o papel de agregadora e convida outros agentes ativos a criarem um ELO de ação conjunta em favor daqueles em situação de precariedade social em Porto Alegre e região, com o objetivo de abrandar o impacto da pandemia.

Estamos apostando na união das redes, na confiabilidade e na capacidade de difusão dada pelos dos parceiros para alcançar um amplo e variado raio de solidariedade, ampliando e ao mesmo tempo potencializando o alcance das doações. Este ato descentraliza as doações, alcançando micro redes locais e atendendo à demandas diferenciadas e momentâneas dadas pelos tempos de incerteza.

 

Os agentes-parceiros que configuram a órbita desse ELO, e seus núcleos para recebimento do apoio são:

 

  1. Associação de Mães e Pais pela Democracia 

Associação de Mães e Pais voltada para a luta por uma educação de indivíduos livres, capazes de pensar, decidir e agir sobre o mundo que os envolve. 

Quem se beneficia: indígenas Kaingang de Nonoai e Guarani Mbya da Ponta do Arado, residentes do Grupo Hospitalar Conceição.

 

   2.Instituto Fidedigna

Centro de pesquisa social aplicada voltado às políticas públicas de segurança, educação e habitação. Trabalha com causas e com advocacy desde 2007.

Quem se beneficia: comunidade da Lomba do Pinheiro, do Morro da Cruz e da Mário Quintana.

 

  3.Práticas Urbanas Emergentes 

Grupo de Extensão Práticas Urbanas Emergentes sediado na Faculdade de Arquitetura da UFRGS, com uma proposta de educação crítica, participativa, solidária e cidadã.

Quem se beneficia: comunidades da zona norte de Porto Alegre, incluindo a Vila Nazaré.

 

 

  4.Translab Urb

Laboratório de Inovação social urbana com foco na Cidade, partindo de um entendimento do Urbanismo enquanto cultura coletiva, cruzando com conhecimentos transdisciplinares e empíricos dos agentes transformadores da vida urbana. Acredita na criação, manutenção e ampliação de redes distribuídas, com ações locais e conexões globais.

Quem se beneficia: população de rua através da EPA, ocupações do Centro histórico e entidades das Ilhas através do Museu, Colônia de Pescadores Z5 e CAR-Ilhas

 

  5.Vila Flores

Comunidade de práticas colaborativas formada por artistas, empreendedores criativos e sociais e produtores culturais localizada em um complexo arquitetônico de valor histórico em Porto Alegre

Quem se beneficia: Vila Santa Teresinha, Mulher em Construção e Cooperativa 20 de novembro.

 

Foram criadas opções hipotéticas para o valor das doações:

Os valores dos produtos são hipotéticos, mas aproximam-se dos valores de mercado – esses muito flutuantes neste período. Considera-se aí, também, as despesas de transporte e higiene para o momento de entrega dos insumos.

 

1.R$25,00 (20l de água mineral + 12 barras de sabão).

2.R$75,00 (60l de água mineral + 25 barras de sabão).

3.R$100,00 (100 unidades Máscaras descartáveis ou 1 cesta básica de alimentos com 29 itens)

4.R$300,00 (1 cesta básica de alimentos, higiene e limpeza com 52 itens)

5.R$500,00 (1 cesta básica de alimentos, higiene e limpeza com 73 itens)

 

O ELO de ação conjunta também conta com uma rede responsável por criar e fazer a curadoria de conteúdo informativo para distribuir entre os beneficiados. Esta rede está formada por: 

 

B2F Arquitetura 

Cartografias da Hospitalidade

Latina Arquitetura

R.U.A refletir urbanidades na ação

 

O restante da rede é você e sua contribuição.

#elocontraovirus



a) Mapa de populações a serem atendidas - descentralização das doações através:

 

b) Diagrama de populações a serem atendidas - descentralização das doações através dos parceiros:

A ela. Escola Livre de Arquitetura é uma escola independente e um laboratório de projetos que existe para agregar pessoas, movimentos e ações que levem a [re]pensar o ensino, a pesquisa, o desenvolvimento prático e a expansão da arquitetura.
 

Esta é uma ação coletiva voltada unicamente a apoiar redes através de redes sociocomunitárias pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade social, notadamente durante a fase mais aguda da pandemia do corona vírus. Nenhum dos atores envolvidos percebe qualquer contrapartida financeira. Pelo contrário, atua de forma voluntária e gratuita, sem quaisquer espécies de ônus entre o coletivo envolvido.

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