lela - LABORATÓRIOS

DA ESCOLA LIVRE DE ARQUITETURA

 

Entendendo que ensino, pesquisa e extensão estão inevitavelmente entrelaçados por meio de experiências de projetos, o l.ela dedica-se à produção de conteúdo aberto e à experiências projetuais.


Atualmente, o Laboratório é composto por três frentes de ação, sendo duas delas mais estreitamente vinculadas à Escola Livre: o laboratório de estudos em “tecnologias sensíveis – l.elatec, e o laboratório de estudos em “fabricação” – l.elafabrica.

O R.U.A – Refletir Urbanidades na Ação, é um núcleo de estudos e ações que ocorrem independentes dos tentáculos da ELA, embora estejamos sempre nadando levados pela mesma correnteza.


Os laboratórios da ELA não são diretamente vinculados à Instituições de Ensino Superior (IES), sendo livres para criar executar suas ações, mas mantém diversos projetos em parceria com outros laboratórios, esses sim vinculados a cursos sediados em IES.

FAB l fabrica

Partindo da ideia de que aprendemos, também, através do nosso corpo, o lela.fabrica propõe uma relação de aprendizado na qual a experiência do “fazer” é o meio no qual o conhecimento é fixado como memória afetiva, ativando o pensamento relacional, variado e mais profundo.
“Os limites da linguagem podem ser transcendidos pelo envolvimento ativo numa prática” (Sennett, Richard. O Artífice, 2009)
Pesquisas: 
1.    Aplicadas dentro e fora dos ateliês de projeto-construção e dos intercâmbios acadêmicos, o conhecimento praticado é vinculado à diferentes matérias com ênfase na madeira, na terra e em películas. Especula e relaciona condições de adaptabilidade, transportabilidade e condição efêmera das peças “vividas”:
    1.1. Estuda a resistência dos materiais e a “absorção” do artefato construído em diferentes contextos, observando as relação de alteridade entre os diferentes indivíduos circunscritos no espaço;
        1.2. Testa [e contesta] encaixes, conexões, articulações, mobilidade, etc.
        1.3. Proporciona o contato com máquinas e ferramentas, utilizando o fab.lab montado e montando fab.labs em espaços diversos.
        1.4. com relação aos estudos do lela.fabrica olhar: “Projetar com o Inesperado”, “Habitáculo” e “Tellure”.

R.U.A. l refletir urbanidades na ação

R.U.A. não é apenas um grupo, não é somente um laboratório, não é tampouco um coletivo. R.U.A. não é adjetivo nem substantivo. R.U.A. não é feminino nem masculina, não é plural nem singular. R.U.A. não é nada disso pois é tudo ao mesmo tempo, e fervilhando, seguimos.

R.U.A. (Refletir Urbanidades na Ação) é verbo transitivo, cujo significado se completa a cada nova oportunidade. É agir sem preceder a realidade. É construí-la na ação. Vemos a rua como laboratório, como possibilidade. Pensamos fazendo; fazemos pensando.

Se busca trabalhar com as vivências da cidade, na intenção de ressaltar o extraordinário no cotidiano.

TEC l tecnologias sensíveis

Propõe uma relação sensível entre homem-máquina, na qual o homem não está para a máquina, assim como ela também não está a serviço do homem. Uma relação na qual a infiltração entre “corpo-máquina” e “corpo-matéria” define uma forma mais quente de aprendizado. 
Interessa romper a ideia de tecnologia como algo necessariamente vinculado à algoritmos, máquinas e materiais. Neste ponto de vista, o fogo é uma tecnologia, por exemplo.
Pesquisas: 
1.    Manufatura de parâmetros: estudos através do modelos paramétricos (maquetes) e movimentos corporais: estamos o tempo todo diante de parâmetros, basta enxerga-los.
2.    Gramática de formas, sistemas diagramáticos e parametria: Desenhança + Jogo de Froebel.

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