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ELA é uma escola independente e um laboratório de projetos que existe para agregar pessoas, movimentos e ações que levem a [re]pensar o ensino, a pesquisa, o desenvolvimento prático e a expansão da arquitetura. 

A Escola Livre de Arquitetura nasce em março de 2018, pela ação de um grupo de arquitetos-professores e estudantes sensíveis à condição do Ensino Superior no Brasil. Para além do contexto de crise na educação, o grupo vivencia o impacto das transformações trazidas pelo terceiro milênio. Em essência, repensa o próprio “fazer” do arquiteto urbanista.

Deseja desenvolver um alinhamento consistente com as demandas reais da construção da cidade contemporânea. Enxerga o impacto que as transformações trazidas pelo terceiro milênio causam na construção das cidades, e busca agir no presente como forma de construir um futuro alinhado a sua Era.

 

Reprogramação

A hierarquia convencional, tanto das práticas, quanto das teorias, passa a ser questionada e, entendendo a necessidade de um realinhamento de propósitos, ELA convida a repensar a arquitetura: além da práxis tradicional do projeto e da construção, quais seriam as distintas formas de fazer arquitetura?

Arquitetura = agregadora multidisciplinar

O foco é ampliado e a arquitetura se potencializa como uma relevante agregadora multidisciplinar que atua por meio de projetos, relacionando-se com as artes, com a comunicação, com a tecnologia, com a saúde e com os modos de vida emergentes no século no XXI. Neste convívio múltiplo interessa romper os padrões esperados, tanto na ação do arquiteto, quanto na construção do espaço, buscando no processo de criação e de desenvolvimento de projetos uma possibilidade latente de expansão do pensamento. A arquitetura pode ser qualquer construção - tangível ou intangível.

 

ela. somos nós

A Escola Livre de Arquitetura se configura atravessada pelo olhar de curadores, e pelo trabalho de dezenas de colaboradores em ações transversais e contínuas. Espalha-se e se poliniza como uma ideia, um significado. Tem por característica a dissolução do autor dentro da equipe, entendendo a força das singularidades de distintos atores na construção da rede. 

Microestrutura que configura territórios

ELA é uma microestrutura, um núcleo pequeno e denso, que mantém aquecida na sua órbita uma rede ativa e diversa. Essa configuração permite grande mobilidade de ação, assim como velocidade de respostas que tem como consequência positiva o encaixe temporal com as demandas do ensino e da cidade. A conexão dessa microestrutura a agentes maiores, com estruturas mais rígidas e custos operacionais mais elevados ocorre através de um modelo de PROTOCOOPERAǘAO desenvolvido pela escola ao longo de seu primeiro ano de experiência. 

Um lugar de lugares

Fisicamente, está pulverizada em diversos lugares, chamados de Bases (ações cotidiana) e Satélites (ações efêmeras), que têm neles próprios significados distintos. Pretende-se, através dessa ação, fortalecer lugares de ensino, projeto, pesquisa e reflexão que atuem com propósitos sinceros,  assim como a ação profissional de jovens arquitetos.

 

Constituir cidade [também] através da educação

A arquitetura da cidade passa a ser pensada como artefatos e ações produzidos, também, através da educação. Responde ao contexto no qual se insere e às sua demandas reais. 

O estudante é um indivíduo independente

 Junto com os tutores eles criam, viabilizam e constroem os projetos fora dos portões da Universidade. Essa metodologia projetual coloca o estudante como responsável por suas escolhas ampliando o significado de suas ações e a consciência do processo. Da mesma maneira, em um contexto espacial e cronológico distinto, o arquiteto inglês Cedric Price (1934-2003) defendia a ideia de que ser estudante era assumir a responsabilidade de agir como um indivíduo independente. 

Ensino + pesquisa + extensão = projetos

Como uma escola livre de educação continuada, ELA é complementar à formação acadêmica. Nesta ótica, ensino, pesquisa e extensão são unidos por meio de projetos. Cada proposta será a matriz para um pensamento  construído por quem aprende e por quem conduz a aprendizagem. Esta se constitui com base em uma lógica não linear, transversal e contínua, que aceita a ação experimental e criativa e a reflexão na ação como fundamento.

Metodologia não-linear de projeto:

Ateliê de Projeto-construção

O desenvolvimento de projetos está necessariamente atrelado a prototipagens e construção.

A metodologia está pensada circularmente, como uma roleta. Cada giro corresponde a uma VOLTA PROJETUAL COMPLETA e contempla dois MÓDULOS divididos em sete EVENTOS.

Entre os eventos podem existir momentos de AJUSTE, ATRAVESSAMENTOS E ESCAPES em uma LÓGICA CIRCULAR na qual o movimento de aprender-fazendo pode ocorrer ad infinitum.  

O primeiro módulo tem abordagem teórico-reflexiva, especulativa e criativa, e vai culminar na construção de protótipos. No segundo, o artífice é o protagonista nos eventos cujo objetivo final é a construção e instalação dos projetos.

Em cada nova volta projetual as tansformações decorrentes das experimentações são absorvidas.  A metodologia circular permite aprimorar o projeto e o artefato, entendendo o erro como ferramenta didática. O processo irá determinar os contornos do artefato.

O diagrama ilustra a metodologia. Ela foi aplicada pela primeira vem em 2019, no Ateliê de projeto-construção Habitáculo. O artefato criado na primeira volta projetual, deu mais duas voltas completes, nas quais houve alterações formais, estruturais e de ação de equipes de trabalho.

ELA é sujeito coletivo

Sócios-Fundadores:

 

Arq. Dra. Luciana Marson Fonseca 
lattes.cnpq.br/0570051241596856

Thiago Ciepielewski Engers

[Acadêmico de arquitetura]

 

Arq. Raquel Timm Kvitko

[Estúdio Tangerina]

Curadores cofundadores

 

Arq. Me. Maria de Fátima Beltrão 
Arq. Me. Maturino Luz
Arq. Me. Felipe Helfer
hestudio.negocio.site

Arq. Me. Rodrigo Allgayer
n2a.com.br

Arq. Me. Tais Lagranha
illa.arq.br

Arq. Dr. Sérgio Moacir Marques
(atuação até dezembro de 2018)
lattes.cnpq.br/3954072189046165

Arq. Ana Lucia Brasil Vaz Madruga

(atuação até janeiro de 2020)

Mezcla Arq urb

Arq. Carolina Graeff Bins Ely

(mestranda na Schumacher College)

São parte da Escola Livre de Arquitetura

[Base: Giancarlo Tessaro, Renata Stedele]

[laboratório:Renata Stedele, Lucas Loff, Rafael Marques, Melani Camargo, Paulo Brum, Bárbara Armange, Gianluca Perseu]

[Parceiros: Francisco Ferreira Carmo, Altair Nobre, Marc Deitos, Cecília Esteve. Walker Massa, Mônica Bohrer, Renato Menegotto, Germana Konrath, Luiz Antonio Bolcato Custódio, Ernesto Cruz, Joana Salle, Maria Eduar.]

Parceiros:

Vila Flores

Goma Oficina

MAPA

Illa Arquitetura

IMED

UFO

Rádio Arquitetura

Barraco Cultural

B2F

Estúdio Cruz

Matéria Base

Perau do Encanto

Latina Arquitetura

Galeria Mascate

Galeria Modoo

Sauermartins